É só ayahuasca, meu amor. Por minutos contados aqui eu o perdi de vista, não o reconheci mais. Tive medo do que ele ofertou pra mim. O cachorro impávido observava a situação, ora cuidando, ora dormindo. O mesmo sobre ele que estava alerta para os meus descontroles corporais, enquanto via o prédio de 19 andares abrir o teto. Era apenas uma sala, uma quina de um corredor, e experiências de expansão de consciência compartilhada – segura, por estarmos juntos. Depois de sua partida, acessar o centro do universo em noites estreladas não mais aconteceram.
retratado: Hudson
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